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Construção civil registra alta de 7,1% nos custos em Minas Gerais, aponta SINAPI

Índice do IBGE mede pressão sobre materiais e mão de obra estado a estado; dado do Paraná consta da mesma pesquisa e segue trajetória nacional de encarecimento.

Publicado em 13/06/2026 ·2 min de leitura
Construção civil registra alta de 7,1% nos custos em Minas Gerais, aponta SINAPI
Imagem ilustrativa · Materiais & Custos

O custo da construção civil em Minas Gerais subiu 7,1% no período mais recente apurado pelo SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), levantamento mensal conduzido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal. O índice, que serve de referência para contratos públicos e privados em todo o país, reflete a variação combinada de insumos materiais e de mão de obra no setor.

O SINAPI abrange todos os estados brasileiros, inclusive o Paraná, com coleta de preços regionalizada. A metodologia divide o índice em dois componentes: materiais — que responde pela maior parcela de volatilidade — e serviços, que inclui custos com força de trabalho na construção. A composição exata da alta em Minas Gerais entre esses dois componentes, bem como o período de referência preciso desta divulgação, aguarda confirmação pela fonte oficial.

Contexto nacional e pressões sobre insumos

Nos últimos anos, o SINAPI nacional acumulou variações significativas impulsionadas pelo aumento no preço de commodities como aço, cimento e derivados de petróleo — este último com impacto direto sobre tintas, impermeabilizantes e tubulações plásticas. A demanda aquecida por habitação, especialmente em programas federais de moradia popular, também pressionou a mão de obra especializada em diversas regiões. O cenário afeta diretamente o orçamento de incorporadoras, construtoras e compradores de imóveis na planta, já que reajustes no SINAPI podem ser repassados contratualmente ao longo da obra.

Paraná e Curitiba no radar do índice

O Paraná integra o universo de pesquisa do SINAPI com dados específicos para o estado, coletados separadamente dos resultados de Minas Gerais. Curitiba (capital do PR), como principal praça do mercado imobiliário paranaense, concentra parte relevante do volume de contratos que utilizam o índice como deflator. Os números paranaenses do mesmo período de referência constam nas tabelas regionais publicadas mensalmente pelo IBGE, mas não foram confirmados de forma independente até o fechamento desta reportagem.

O SINAPI é obrigatório como referencial de custos em obras financiadas com recursos públicos federais, conforme determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para empreendimentos privados, sua adoção é opcional, mas amplamente utilizada em contratos de longo prazo como proteção contra a variação de insumos ao longo da execução da obra.

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Matéria produzida automaticamente pelo Agente Redator da Valor Cwb a partir de sinais de pauta públicos, sob validação de gênero factual. Texto em apuração; dados específicos podem exigir confirmação junto às fontes oficiais.